Quem não se divertiu com a animação “A fuga das galinhas”? Eu rolei de rir! O filme de 2000 foi feito em stop motion, ou seja, com massinhas de modelar, assim como “Wallace & Gromit – A batalha dos vegetais”, “Shaun: O carneiro”, “A noiva cadáver”, “O estranho mundo de Jack”, “Frankenweenie”, “Coraline e o Mundo Secreto”, “Minha vida de abobrinha”, A rena do nariz vermelho”, “A festa do monstro maluco” e até a animação adulta “Anomalisa”.
O curta-metragem “A Sabiá Sabiazinha” também utiliza a mesma técnica de fotografar personagens, objetos e cenários criados e modelados manualmente, alterando milimetricamente seus movimentos e disposições com a intenção de criar uma sequência animada.
A película conta com 32 minutos de duração, tem como protagonista o sabiá Robin (Bronte Carmichael) e o objetivo de acompanhar a jornada de autoconhecimento e aceitação da personagem principal, pois ela foi criada por uma família de ratos e precisa lidar com a rejeição de seus irmãos roedores.
O problema é que Robin é uma ave estabanada e nada discreta nas visitas feitas pela vizinhança e quase sempre denuncia a presença de sua trupe, jogando por terra as estratégias de furtar discretamente migalhas e restos de comida deixados pelos humanos após as refeições.
A obra é ambientada às vésperas do Natal e, como qualquer filhote, Robin também faz um pedido diante da estrela natalina para que Papai Noel a transforme em uma roedora porque seu desejo maior é dar orgulho ao papai rato (Adeel Akhtar), provando que é capaz de desempenhar suas funções como seus “irmãos”. Neste interim, Robin ainda precisa fugir das investidas e garras da gata local (Gillian Anderson) que deseja transformá-la na sua ceia de Natal.
“A Sabiá Sabiazinha” é um filme inocente, dirigido por Daniel Ojari e que foi escrito por Michael Please. A película conta com vários pontos positivos, tais como: é benfeito, traz uma mensagem positiva, de pertencimento, além de agradar toda a família.
Eu indico.

Maria Oxigenada
Foto: reprodução