A blindagem maciça é o refúgio do animal em momentos de perigo e ameaças concretas, entretanto o ônus dessa carga extra é que a tartaruga precisa carregar sua carcaça por toda a sua existência, não podendo abandoná-la quando o peso dos anos chega.
O dito popular que diz que o animal carrega sua casa nas costas é verdadeiro, mas algumas mulheres também transportam de tudo um pouco dentro de suas bolsas pessoais como se fossem réplicas de suas penteadeiras.
E os desfiles virtuais que aconteceram na atualidade sinalizaram que uma das opções para o próximo verão será as bolsas de palha estruturadas e as bolsas retangulares resistentes com suas alças enroladas nas mãos e protegidas pelo abraço dos dedos.
O isolamento social também estimulou saídas rápidas de casa, somente para compras emergenciais, por isso os modelos ideais para o momento são: a micropochete com espaço disponível somente para o cartão de banco e a chave de casa e as minibolsas usadas a tiracolo ou penduradas no pescoço como se fossem colares.
Outro tipo de bolsa que continuará por um tempo sendo vista circulando pelas ruas em tempos de flexibilização da quarentena será a bolsa saco porque além de funcional, o modelo serve ao transporte de pequenas compras feitas. Além disso, ela é a substituta perfeita para as sacolas plásticas descartáveis, podendo ser reutilizadas sempre que necessário.
Já as Oxigenadas que odeiam a opacidade dos momentos de isolamento social poderão brilhar em pequenos eventos domésticos e familiares com exemplares de bolsas de paetê. A dica é apostar em uma tonalidade discreta como nude ou rosa queimado para não acrescentar verniz extra à sua presença e acabar destoando da discrição exigida hoje.
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